Londres

Londres, capital e maior cidade da Inglaterra, recebe 20 milhões de visitantes ao ano.  Por quê será?

Talvez seja pelo estilo monárquico clássico e antigo, contrastante com o modernismo; Ou talvez por ser rica culturalmente; Ou talvez seja pelos bairros charmosos, como o de Notting Hill. Provavelmente por tudo isso e muito mais que a cidade (e o país) oferecem.

Londres existe há mais de 2.000 anos. Sendo assim, o que não falta nesta cidade é história, fortalezas, muralhas, ruas, casas, mercados que contam histórias. É a cidade que tem a maior concentração de museus do mundo, o maior número de parques da Europa e o maior número de patrimônios históricos. A Torre de Londres, o Palácio de Westminster, o Big Ben e a Abadia de Westminster são reconhecidos como patrimônio mundial pela Unesco.

Então chega de tomato (foto abaixo), opa, quero dizer, conversa e vamos ao que interessa: Dicas Londrinas:

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Descarrega na minha casa… enche a minha vida! haha

Sugestão de roteiro de 5 dias em Londres:

Importante: É fundamental se hospedar em um lugar bem localizado em Londres.  Ficamos no coração da cidade, a cerca de 100 metros do Hyde Park e próximo a áreas comerciais mais populares de Londres, Portobello Market, Knightsbridge e Oxford Street… e o principal: próximo do metro.

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Rua do hostel

Escolhemos o Smart Hyde Park inn Hostel, um hostel que nos proporcionou uma suíte privativa. O quarto é bem pequeno, acredito que seja o  menor que já ficamos, mas também ficar num quarto em Londres além das horas de sono é tempo perdido.

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fachada do hostel

Apesar de pequeninho, o quarto era limpinho e prático. O único estresse foi com o chuveiro “automático” que ficava se desligando de minuto em minuto (então você precisa ficar acionando novamente até acabar seu banho). Brasileiros não acostumados a poupar água podem sofrer aqui. hihi

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foto da suíte para duas pessoas

Mesmo com o chuveiro pinga pinga eu recomendo esse hostel, pois é muito seguro, calmo, bem localizado e o principal: de baixo custo. Pagamos pela diária £ 64,00 libras. Um bom negócio em se tratando de Londres.

OYSTER CARD:

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cartão de transporte público Londrino.

Outra coisa importante a falar é sobre o Oyster Card, que é o cartão do transporte público Londrino. Ele é vendido nos guichês e máquinas de todas as estações de metrô, além de outros pontos espalhados pela cidade como mercados, lojas, etc. É possível adquiri-lo com cartão de crédito, débito ou dinheiro. Paga-se um valor de £5 libras pelo cartão o que depois  pode ser reenbolsado. Os créditos que eventualmente sobrarem também podem ser reembolsados (até o limite de £10 libras) e isso pode ser feitos nas mesmas máquinas onde se compra o Oyster.

Como transitamos só na zona turística (chamada zona 1), colocamos crédito de £ 32,00 libras em cada cartão Oyster. Isso nos deu passe livre de metrô e ônibus que durou os 5 dias.

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mesmo que o trem seja mais prático, não deixe de fazer um passeio nos tradicionais ônibus de dois andares. Sente-se na primeira poltrona do andar de cima e aproveite!

Agora se você for abonado de dindin, deve ser um charme tomar um taxi em Londres, existem os clássicos pretos e alguns estilosos como o da foto abaixo:

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Depois de saber onde ficar, como se locomover, agora vamos ver onde ir:

DIA 1: OESTE DA CIDADE

O primeiro dia foi dia de colocar um calçado confortável e caminhar muito no Oeste da cidade, onde ficam a Harrods, o Hyde Park/Kensington Gardens e os museus da Ciência, História Natural e Victoria & Albert.

Atravessamos o Hyde Park e fomos fazendo paradas:

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Caminhada de 3km pelo Hyde Park e museus.
  • Primeira parada: Palácio de Kensington.

Foi o local de moradia da monarquia por mais de 300 anos. Entramos na lojinha onde são comercializadas souvenirs da família real. Ao lado do palácio tem um jardim lindíssimo, se houver tempo desfrute de um piquenique neste lugar.

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ao fundo da plebéia o palácio de Kensington.
  • Segunda parada: Royal Albert Hall e Albert Memorial.

A idéia aqui é apreciar os dois tributos ao Príncipe Albert, marido da rainha Victoria.

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Royal Albert Hall e Albert Memorial.
  • Terceira parada: Museus.

Os três que vou mencionar tem entrada gratuita.

Victoria & Albert – museu de arte e design onde não são exibidas somente pinturas e esculturas, mas artefatos das mais diversas culturas, incluindo cerâmicas, mobiliário, moda, jóias, fotografias, tecidos, objetos em metal, vidro e muito mais. Destaque especial para a coleção de moda, jóias e acessórios. Horário: aberto diariamente de 10:00 às 17:45 Distância da Harrods: 600 metros

Natual History Museum mais 70 milhões de espécimes, de microorganismos a esqueletos de dinossauros, mamutes e baleias, formam o maior e mais importante acervo de história natural do mundo. O prédio também é impressionante. Em toda decoração interna e externa do museu aparecem detalhes que nos lembram a diversidade biológica do planeta.Horário: aberto diariamente de 10:00 às 17:50 (última entrada às 17:30) Distância do V&A: 400 metros;

Scyence Museum– Centenas de milhares de objetos, de microchips a aeronaves, registram as mudanças tecnológicas, científicas e médicas desde o século dezoito. O museu conta também com uma sala de cinema IMAX, exibindo filmes em 3D, com ingresso a £10,00 para adultos. Horário: aberto diariamente de 10:00 às 18:00 (última entrada às 17:15) Distância do Natural History Museum: 600 metros

Sugiro que você escolha apenas um dos museus  acima, pois são grandes e seria impossível olhar os três em um dia. A minha escolha, foi o Victoria pois sou atuante no mundo da moda. Adorei!

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em frente ao museu de arte e design
  • Quarta parada: Harrods

A famosa loja de departamentos, localizada na Brompton Road. Mesmo que não esteja atrás de compras e gastar uma boa grana, vá e aprecie; Para ter uma idéia até meu marido – que assim como grande parte dos homens, não curte uma tarde no shopping-  gostou.

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assim que se faz pesquisa de moda, força uma selfie e dá zoom no sapato ao fundo, hihi.
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ahhh, a luz é bem boa por lá, da para fazer aquela selfie com cara de rica, deu certo minha tentativa? hihi

Mais uma caminhada:

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 Caminhada de 4,8 km pelo bairros: Chinatown – Soho – Convent Garden

Ponto de início: Trafalgar Square (metrô mais próximo: Charing Cross)

1. Caminhe em direção ao prédio da National Gallery e à esquerda, entre a ala principal e a ala nova, Sainsbury, passe por uma entrada para pedestre, chegando até a St. Martin’s Street. Atravesse a Orange Street.

2. Continue até a Leicester (que se pronuncia Lés-ter) Square, que é o palco das pré-estreias de filmes. Se houver um tapete vermelho e guarda-corpos para conter a multidão de fãs, pode esperar que vai ter desfile de estrelas chegando para assistir à pré-estreia de algum filme.

3. Atravesse a praça, conservando-se à esquerda, e pegue a Leicester Street até a Lisle Street. Restaurantes, acupuntura e medicina chinesa, supermercados vendendo ingredientes exóticos, todos com anúncios bilíngues, anunciam que estamos chegando a Chinatown. Vire à direita na Lisle St. e siga até o final, entrando à esquerda no Newport Place. Neste quarteirão é possível ver um pagode chinês e o pórtico de Chinatown, já na Gerrard Street.

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CHINATOWN

4. Siga na Gerrard St. até a Whitcomb Street. Atravesse a rua e procure, à esquerda, por uma outra pequena passagem de pedestre, chamada Rupert Court, que fica logo após um restaurante Pizza Express. Esse beco, um dos muitos da região de Soho e Chinatown, levará você a Rupert Street. Vire à direita e siga andando até chegar à Shaftesbury Ave, endereço de vários teatros da cidade. Entre à esquerda nesta avenida, e logo você verá os anúncios em neon e a estátua de Eros: você está em Piccadilly Circus.

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Piccadilly Circus.

5. Atravesse a avenida e entre na Glasshouse Street. Aqui entramos no coração do Soho,

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em alguma das ruas de Soho.

Saia da Glasshouse Street e vá em direção a Rose street e assim estarás na Convent Garden, onde há a imensa loja da Apple e demais botiques, vale a pena ir até lá para caminhar no lugar onde sempre há novidades em lojas.

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essa ruazinha achei a mais charmosinha de Convent

E se estiveres atrás de fazer compras em lojas com preços mais acessíveis, a rua certa é a Oxford Street,  onde há mais de 300 lojas em seus 2.5 quilometros que vai até o nordest do Hyde Park, como ela é longa é fácil de se ligar a ela por onde quer se esteja.

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Oxford street.

 

DIA 2: CAMDEN MARKET:

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Mercado de Camden, (alternativo).

Este  bairro merece um dia especial. Camden é muito mais que seus vários mercados. É um bairro de pubs históricos e tradição musical, e onde está o Regents Canals, um dos passeios mais lindos e não convencionais de Londres, na minha opinião.

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É um lugar que parece um imenso camelodromo de moda alternativa, acessórios, artesanato, etc: Aberto diariamente das 10:30 as 18hrs. Para se chegar lá pegue o metro linha vermelha até Tottenham Court Road Station e então a linha preta até Camden Town.

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trabalho de artista, perfeito.

Aqui é possível se comprar o que demais alternativo existente no mundo, muito também de moda vintage.

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Depois de umas comprinhas bem diferenciadas nos encaminhamois para um passeio lindo em direção ao Regent’s Park. Ao invés de irmos pelas ruas, fomos pelo Regent’s Canal, que fica pertinho do Camden Lock e pode ser facilmente encontrado por causa das pontes que passam por ele.

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O canal começa cheio na região da Chalk Farm, mas vai ficando cada vez mais tranquilo a medida que se aproxima do parque.

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Lindo!!!

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Depois chegando no Regent’s Park, descanse e encante as olhos com este lugar; essas fotos foram na primavera, por isso a beleza esplêndida.

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mapa do Regent’s Park.

Se der um tempinho, ao lado de Camden está Primrose Hill, um bairro super charmoso e pouco explorado pelos turistas. Seu parque e colina têm uma vista panorâmica única da cidade.

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parque de Primrose Hill

 

DIA 3 : NOTTING HILL, o bairro romântico. Caminhada de 2,4km.

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Este passeio fizemos a pé pois o bairro ficava bem perto do nosso hostel.

Já na rua de início é possível se apaixonar; bem neste ponto (foto abaixo) há uma loja de vestidos femininos estilo londrino dia a dia, que dá aquela vontade de fazer um estrago no cartão de crédito.

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A rua mais famosa é a Portobello Road, mas não deixe de se perder pelas demais.

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O lugar é cheio de antiquários, dá uma vontade de fechar um container, hehehe.

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Jackson, pensando no que conseguiria levar na mala; momento difícil.
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e essas molduras?

Mercado de Portobello Road (antiguidades).

Em Portobello Road, aos sábados pela manhã ocorre uma feira de antiguidades que funciona a muitos anos. Porém, depois que o filme “Um lugar chamado Notting Hill” foi lançado o lugar ficou intransitável. Proliferaram lojas de souvenir, bares e restaurantes. O melhor é visitar Notting Hill durante a semana, explorar suas ruazinhas lindas e pacatas sem compromisso.

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Se você é um dos que amaram o filme “Um lugar chamado Notting Hill” e tem vontade de saber onde foram filmadas algumas das cenas, fique atenta as fotos abaixo e quando estiver por lá procure por elas.

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A livraria de Willian

A Porta azul da casa de William Thacker: 280 Westbourne Park Road, Notting Hill. A casa pertencia ao autor do filme Richard Curtis e foi colocada à venda, na época do lançamento do filme por 1,3 milhões de libras. Poxa, descubram minha casa e rodem um filme por lá, adoraria vender por uma barbada dessas e gastar o dinheiro percorrendo o mundo.

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a tal porta azul
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a moda de Notting Hill combina bastante com o colega de casa do Willian, hehe.

Para finalisar o dia em Notting Hill, sente-se em um dos bares e observe a vida Londrina.

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DIA 4: nos cartões postais de Londres. Caminhada de 3,3 km.

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Para este passeio pegamos a linha amarela Bayswater até Victoria Station, chegando na estação fomos a pé até O Buckingham Palace (750m) onde fizemos nossa primeira parada.

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ao fundo o Buckingham Palace.

O Palácio de Buckingham construído em 1703 é a residência oficial e principal local de trabalho do Monarca do Reino Unido.

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O melhor horário para se estar pelos arredores do Palácio é as 11:30 que é quando acontece a troca de guardas, um espetáculo a parte.

Nos arredores do Palácio aproveite a área verde para encantar a retina e se encher de esperança.

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Do Palácio de Buckingham, siga até a Westminster Abbey. Distância de 1km.

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Abadia de Westminster

A Abadia abre de segunda a sábado das 9:30 até as 16:30 e nos domingos só abre para as missas. Os ingressos custam £16,00 libras para adultos (aqui cai por terra a história de não precisar pagar para entrar na casa de Deus, rsrs), aliás em muitas cidades da Europa se paga para visitar igrejas. Lembro-me do dia em que queria fazer uma prece em Hamburgo e como estava sem euros junto comigo, fiz minha oração na porta da Igreja mesmo (acho que por isso minha prece não foi alcançada).

Outra parada obrigatória é a London Eye.

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A famosa roda gigante não pode ficar fora, se você quiser andar nela o ingresso custa £ 18,60 libras se comprado on line com até um dia de antecedência. O horário de funcionamento é das 10hrs até as 20:30hrs

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Na mesma ponte  onde tirei a foto acima, pode- se ter a melhor vista do Big Ben.

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Vale a pena ir um pouco mais perto para fazer a tradicional foto na cabine telefônica mais fotogênica da cidade.

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Southbank, não é uma parada, já que o programa aqui é passear pelo calçadão da margem sul do Tâmisa, entre o London Eye e a ponte Waterloo, passando pelo Southbank Center.

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Chegamos num barzinho perto da ponte de Waterloo e esperamos o pôr do sol, adivinha como? A foto abaixo responde.

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Tomando uma Murphys. A stout é a cerveja tradicional inglesa

O dia termina com o pôr do sol na ponte de Waterloo. Distância do London Eye à Ponte Waterloo: 700 metros.

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Ponte de Waterloo (essa peguei na internet pois a minha não saiu por que estávamos ocupados com a cerveja e olhamos o sol se pôr do bar).

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DIA 5: Torre de Londres,  Tower Bridge, Rio Tâmisa e Borough Market.

Caminhada de 3,3 km.

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Para esse passeio pegue o metro linha amarela estação Bayswater até Tower Hill.

Começamos pela Torre de Londres. O Palácio e Fortaleza Real de Sua Majestade é um castelo histórico, fica na margem norte do Rio Tâmisa. A Torre Branca em seu centro foi construída em 1078. A função inicial da Torre foi residência real, depois foi usada com prisão e hoje é só um ponto turístico.

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Torre de Londres.

Depois de ver a Torre vá em direção Tower Bridge.

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Tower Bridge

A Ponte da Torre de Londres, ou simplesmente Ponte da Torre (Tower Bridge em inglês), é uma das pontes mais famosas do mundo. É uma ponte báscula que é um dos mais importantes corredores de tráfego da cidade. A ponte foi construída em 1894 sobre o rio Tâmisa.

Nós tivemos a sorte de ver a ponte levantando, opa, nós não, só o Jackson pois eu estava no banheiro retocando maquiagem –  bom do mesmo jeito, perdi essa para ficar com batom – aconteceu de a ponte se abrir para dar passagem a um navio.

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como foi de surpresa a foto não ficou boa e fiz em P&B mas vale, ha valeee!

Depois da ponte se fechar novamente, atravessamos ela e caminhamos pelas margens do rio pelo The Queen’s Walk, passamos pela City Hall (prefeitura) e fomos em direção ao Borough Market.

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Bourgh, o mercado gourmet.

É o mais antigo dos mercados gourmet, funciona a mais de 1000 anos – os mercados de culinárias são os mais tradicionais de Londres – e lá você pode provar pequenas porções de diferentes culinárias.

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não erre a direção, hehe

Abria apenas às sextas e sábados, mas a demanda turística o fez expandir pouco a pouco e hoje o funcionamento pleno é nas quartas e quintas de 10h00 às 17h00, sextas: de 10h00 às 18h00 e sábados de 8h00 às 17h00.

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As dicas quentes por ali são o hamburguer de avestruz da Exotic Meat Company, o mel aromatizado com trufas brancas da Tartufaia e o Monmouth Coffee, cafeteria orgânica nos arredores do mercado que faz o maior sucesso, que explica as filas na porta. Eu provei aqui também o tradicional fish and chips ( peixe e fritas) e foi aprovado.

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e a coca cola para completar a jacada, hehehe

Depois de muito rodar pelo mercado e desejar levar tudo e lembrar das restrições para viagens sai de mãos abanando mas de barriga cheia.

 

Para encerrar as dicas de Londres – talvez a mais importante pois ela garante que você possa voltar a visitar Londres, hehehe: Cuidado com trânsito! é dificil lembrar o tempo todo que tudo está ao contrário. Então te liga vivente!!!!

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eles bem que tentam alertar

Espero sempre poder voltar a Londres; Quem dera ter pego esse charmoso carrinho e seguir vivendo em Londres, mas não dá. De qualquer forma, entendi em Londres a paixão dos meus amigos pela cidade; também me surpreendi com os Londrinos, sempre muito gentis, e se oferecendo para ajudar com as malas, pois na maioria dos acessos ao metrô é pura escadaria – até que enfim um ponto negativo da cidade.

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